O QUE FICA DA VIAGEM ? – Ednílson Bolson Noal


– A bela vista aérea ao cruzar a cordilheira;

– A vitória gremista no grenal;

– O choque ao chegar a Calama e a dificuldade de respiração já no início em São Pedro de Atacama. A todo momento me perguntava: “Como as pessoas conseguem sobreviver num lugar tão inóspito”;

– Os sintomas do efeito da altitude, o frio e o sol que torra;

– O nada na imensidão do deserto contrastando com montanhas com geleiras, lagoas, geisers, vulcões, cactos milenares, etc;

– Os flamingos, as llamas e uma das melhores carnes que tive o prazer de experimentar: a alpaca;

– A simplicidade e parceria do guia boliviano Plácido;

– A pobreza do povo boliviano e a precariedade com que muitos sobrevivem;

– A pousada de Sal de Puerto Chuvica;

– O gigante e impressionante Salar de Uyuni, seus cactos e sua “Ilha do Pescado”;

– O temor, a velocidade e a adrenalina da descida da estrada da morte;

– A loucura da imigração Bolívia-Peru;

– Cusco: belíssima cidade, povo hospitaleiro e a boa (um pouco quente) cerveja Cusquenha;

-A Trilha Inca: cansaço, superação, a força do Sr Antônio, as paisagens e o tempo para refletir.

– O trabalho duro dos porteadores da trilha;

– A bela cidadezinha de Águas Calientes;

– As surras que levei no truco, o bom desempenho na trilha inca e a vitória do tricolor no amistoso internacional (20 a 16);

– O esforço extra para chegar a Wayna Picchu, a magnífica vista lá de cima e a bandeira tricolor flamulando no topo!

– Dos integrantes fica a parceria sem reparos e restrições, o senso coletivo e o bom-humor de todo o grupo.

Do brother Espiga, a organização perfeita e detalhada de cada etapa da viagem, a cadência de como vencer a aventura com parcimônia… o contador de histórias, quem puxava a descontração e a diversão do grupo a todo tempo.

Do meu grande mano Krek, as belas fotos, a caixinha de remédios e utensílios sempre úteis e a raça nos momentos de dificuldade que exigiam superação (o que gerou o apelido: “os irmãos cavalo”)….não foram poucos os momentos em que agradeci a Deus pelo Krek ter aceitado o convite da viagem, hehehehehe!!!!

Do Frederico, a idealização da viagem, a excelente ideia do blog… um irmão e um grande parceiraço de longa data para qualquer viagem.

Do Carlos Frederico, em primeiro lugar a lembrança por ter levado o baralho do truco… parceiro pra toda indiada. Não ouvi um”não” em toda viagem. O cara topa tudo! Parecia colega da facul como o Frederico e o Espiga, grande parceria!!!!

Buenas pessoal …Fica também uma mensagem a seguir.

Valeu pela parceria e até a próxima!!!!

“O facínio pelo lugar desconhecido seduz e, ao mesmo tempo, nos mostra a direção para encontrar um sentido para a vida. Ao final do caminho não pretendo ter uma mala cheia de coisinhas miúdas acumuladas ao longo dos anos…Ao final do caminho pretendo ter amizades grandes e a certeza de ter acumulado vivências que fizeram a vida valer a pena!!!!”

Ednílson Bolson Noal

O que a gente leva pra sempre


Uma viagem de aventura em grupo é algo espetacular.
A natureza impõe desafios que nos fazem sentir como se tivéssemos sendo testados. Ao subir mais de mil metros de altitude em algumas horas com a mochila nos ombros, volta e meia ficava cansado e ofegante… Parava olhava em volta toda natureza que me cercava, os morros monumentais, as paisagens desconcertantes respirava profundamente e seguia. Ao mesmo tempo que a natureza nos impunha dificuldades, nos carregava de energia por toda sua beleza.

O nosso grupo parece que foi escolhido a dedo. Já conhecia todos, menos o Carlos Frederico, pelo nome já tem um crédito e tanto. Um cara gente fina e parceiro para tudo com ele não tem tempo ruim, convidou para fazer alguma coisa era sempre o primeiro a aceitar e encarar o desafio. Além de ser meu grande parceiro no truco.

O Ednílson um grande amigo dos tempos de faculdade que a amizade se perpetua até hoje e com certeza será pra toda a vida. Gremista, parceiro para uma boa gelada, um churras e um ótimo amigo para compartilhar as dificuldades e prazeres da vida, um cara que considero mais que um amigo, praticamente um irmão.

O Elenilton para os íntimos o Careca já conheço há tempos também, irmão do Fraquíssimo (Ednílson) é um cara simples e muito gente fina. Foi o fotógrafo do grupo com uma calma e paciência infinita, agüentar 4 malas fazendo pose achando que são modelos não é nada fácil.

O Thiago (Espiga antes de virar auditor) é o astral em pessoa, na verdade acho que ele deveria ser artista ta perdendo dinheiro na receita. Sempre tem uma histórica verídica ou não pra contar. Um dos amigos que a administração me deu e que vou levar pra vida, o único problema que era o sofredor do grupo é colorado. Ao Thiago e ao Ednílson devemos o sucesso do cronograma da viagem que foi muito bem elaborado.

Os amigos que fizemos pelo caminho também foram fundamentais. Primeiro o Plácido que foi nosso guia, motorista e cozinheiro no deserto durante 3 dias. Um cara alto astral é do time do Thiago um comediante nato. Chegou um dia a fingir que dormiu ao volante no meio do deserto, além de quase nos matar de rir com o “to nervoso”.

Depois veio o Gilbert o guia da Trilha Inca um cara simples que sabe tudo sobre os Incas. No grupo conhecemos o Antônio um senhor de 58 anos que esbanja saúde e vitalidade, um oficial da marinha aposentado que mostrou o que é ter saúde de ferro. Também conhecemos o Rafael, o cara é um fotógrafo profissional, me influenciou para comprar o cajado, ainda bem que segui seu conselho, meus joelhos agradeceram.

Também no nosso grupo teve os hermanos Nicolas e Andres, no começo ficaram meio acanhados, depois totalmente integrados com direito a “truco seu cagadinho” em espanhol.

Agradeço a oportunidade em poder ter vivenciado e partilhado esses dias com estas pessoas e conhecido esses lugares que tanto intrigam e demonstram a capacidade que o homem tem.

“A nossa limitação está apenas na nossa cabeça, o seu mundo é o mundo que você cria, não existem obstáculos e sim objetivos não tentados…”

Até a próxima aventura!

Frederico A. S. da Luz

Wayna Picchu

Como é bom dormir em um cama, depois de 3 dias em uma barraca, um colchão tem seu valor. Acordamos as 9 faríamos a subida a Wayna Picchu em um trajeto de 1 hora em uma das subidas mais íngremes e perigosa que fizemos durante toda viagem.

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A subida foi foda para os tricolores, enquanto o Thiago muito bem preparado fisicamente devido as corridas que tem feito subiu a montanha sem parar uma vez se quer, perdi a conta de quantas vezes paramos para recuperar o fôlego. Era o futebol cobrando seu preço. Subidas muito inclinadas e penhascos eram uma constante na maior parte da trilha, qualquer descuido poderia gerar um acidente fatal. No entanto, a equipe acostumada aos riscos de uma aventura superou com prudência e tranquilidade mais esse desafio.

Fotos da subida

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Fotos do topo de Wayna Picchu

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A descida requeria cuidado, mas como diz aquele velho ditado:

– Pra baixo todo santo ajuda!

E a descida foi tranquila, sem maiores problemas. No caminho de volta passamos por um casal coritibano torcedor do Coxa e um carioca. Tiramos uma foto e agradecemos pelo jogo contra os colorados (o Coritiba ganhou de 1 a 0 do Inter).

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Tiramos mais algumas fotos em Machu Piccho e descemos para Águas Calientes para almoçar um bela parilla com a companhia dos hermanos companheiros de trilha Nicolas e Andres. Após o almoço fomos manter o vício jogando um truco em plena praça central da cidade. Eu e o Thiago representamos o Brasil contra a Argentina no truco e conseguimos uma vitória apertada.

Abaixo fotos da praça com os modelos Ednílson e Carlos Frederico, fotos by Elenilton

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Pegamos um trem para Cusco as 17 horas e perto da 21 estávamos chegando, sem antes é claro jogar algumas partidas de truco no trem. O Ednílson e o Thiago não satisfeitos com os 24 a 0 da última partida resolveram apostar a janta do dia, não preciso nem comentar qual foi o resultado.

Chegamos a Cusco jantamos, tomamos uma cerveja para comemorar o sucesso da aventura e caímos na cama.

4º dia Trilha Inca

Hoje era o dia de fecharmos a Trilha. Iríamos caminhar mais de 6 km e chegaríamos a Machu Picchu. Perto do que já tínhamos feito iria ser uma barbada.

Equipe levantando acampamento

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Nesse dia acordamos as 3:30 e fomos para a entrada da trilha que só abriria as 5:30. Acordamos cedo para os porteadores conseguirem pegar o trem que saia as 5.

Na viagem consegui perder minhas 2 câmeras, menos mal que já tinha baixado a maioria das fotos. Isso não foi problema, tínhamos um fotógrafo profissional, o Elenilton que tirava fotos de tudo e de todos com muita tranquilidade e paciência.

Nosso fotógrafo

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Após 1 hora e meia de caminhada avistamos a famosa Machu Piccho, sem antes é claro sofrer um pouco em uma escada que era necessário muitas vezes escalar de tão íngreme.

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Foto da equipe no primeiro ponto de visão da cidade. Começando da esquerda: Nicolas, Ednílson, Thiago, Frederico, Antônio, Carlos Frederico, Rafael, Elenilton e Andres. 

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Nosso grande guia Gilbert

Realmente Machu Picchu impressiona. A construção realizada com pedras com encaixes perfeitos e tecnologia para suportar terremotos, além de um sistema de irrigação avançado.

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Ficamos em Machu Picchu até as 11. O Antônio o senhor de 58 anos que tem uma saúde de ferro, ainda subiu a montanha de Wayna Picchu, ou seja, dominou totalmente. Nós íriamos fazer a subida no próximo dia.

Almoçamos e nos instalamos no hotel. Um banho depois de 4 dias no mato é uma bênção. Fomos caminhar pela cidade, descobrimos que tinha um campo onde o pessoal jogava bola lá pelas 4 da tarde, então vocês já podem imaginar o que fomos fazer.

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Depois de 42 km entre subidas que chegavam a mais de 4 mil metros de altitude, eu, Ednílson e o Carlos Frederico jogamos um amistoso internacional em terras peruanas na altitude de 2400 metros, e adivinhem o resultado? Nossa equipe não tomou conhecimento do time peruano e ganhou de forma arrasadora, com destaque para atuação muito técnica do Ednílson e a raça característica do futebol tricolor dos pampas do Carlos. Enquanto nós jogavamos, o Elenilton tomava uma gelada e o Thiago descansava no hotel.

Esse futebolzinho na altitude cobrou seu preço no outro dia.

3º dia Trilha Inca

Acordamos como de costume as 5:30. O dia anterior tinha sido muito puxado. Hoje iríamos encarar mais de 16 km o maior percurso da trilha. Neste dia passamos por mais alguns sítios Incas

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Equipe descansando

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As paisagens são incríveis, apesar do esforço físico ser forte tudo vale muito a pena, as montanhas parecem nos desafiar a desbravá-las, quando ficava muito cansado olhava o que estava ao meu redor e seguia em frente. Uma sensação única de muita paz e desafio ao mesmo tempo, algo que não pode ser descrito e sim vivenciado.

Algumas paisagens

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Para quem reclama da vida

Olhem a foto abaixo dos porteadores,  levam de 20 a 25 kg nas costas, recebem por isso 150 soles (1 Real=0,9 Soles) por 4 dias de trabalho. Sem eles não conseguiríamos fazer a trilha. Eles levam toda a estrutura do acampamento, barracas, cozinha, comida. Quando saímos para começar a trilha o acampamento esta armado e quando chegamos ao destino do dia, ele também já esta pronto, os caras passam por nós voando, a força e a simplicidade dessas pessoas impressiona.

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Após 3 dias de trilha com banho apenas no primeiro dia, 3 integrantes da equipe (Ednílson, Elenilton e Carlos Frederico) encaram um banho gelado, a temperatura devia estar por volta de 10 graus, sabíamos exatamente quando o banho começava era só esperar a gritaria quando entravam embaixo do chuveiro. Já o Thiago preferiu um banho com lenços umedecidos, depois da visita a europa voltou com alguns hábitos diferentes. Eu só recalibrei o desodorante.

Acampamento

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Jogando um truco, destaque do dia a derrota de 24 a 0 que o Thiago e o Ednílson levaram da Dupla dos Fredericos

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2º dia Trilha Inca

Muita chuva durante a noite. A maioria das barracas entrou água. Acordamos as 5:30 comum chá de coca servido na barraca às 6:10 tomamos o café e antes das 7 começamos o que seria um dia muito puxado.

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Saímos dos 2750 metros e iríamos até a 4215 metros. Alguns optaram por pagar os porteadores para levar suas mochilas ou parte do seu material. Do nosso grupo apenas o Antônio (esta todo de branco) um senhor de 58 anos de idade levou todo seu equipamento.

Essa foto é do segundo ponto de parada, já haviamos caminhados 1 hora e 30 minutos.

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Thiago e Ednílson não estão na foto por que se equivocaram do ponto de encontro, segundo eles levaram um puxão de orelhas do guia digamos assim.

Fotos da subida

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Elenilton e Carlos Frederico tomando uma gelada a mais de 3600 metros de altura, o vício vencendo mais uma vez.

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Durante a subida o guia nos deixou livre para cada um seguir seu ritmo. O primeiro a chegar ao topo foi o Carlos Frederico, em seguida o Thiago e depois o Elenilton com todo seu equipamento mostrando a raça tricolor. Eu fui o último, vinha seguindo o ritmo do Antônio e confesso que foi muito puxado. Foto do Ponto mais alto

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Raça do Imortal Tricolor

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Adm dominado o mundo a 4215 metros de altitude

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Após a chegada ao topo tinhamos uma descida de 2 horas até o acampamento, onde se destacou o Ednílson que cumpriu o trajeto na metade do tempo, graças ao seu preparo de maratonista em seguida chegou o Thiago.

Descida

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O último a chegar fui eu eram 15 horas, almoçamos e demos uma merecida cestiada. O resto do dia foi para recuperar as energias. Amanhã 16 km nos esperam.

1º dia – Trilha Inca

Acordamos eram 5:50. Arrumamos todos os equipamentos e as 6:30 estávamos no ônibus ansiosos em direção ao início da trilha no KM 82 foram 2 horas de viagem. Compramos cajado (parece uma bengala). Eu comprei um made in china, o  resto da equipe um cabo de vasoura reparem a foto.

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No início da trilha é feito um controle de documentação e equipamentos. Só podem entrar na trilha 500 pessoas por dia e o ingresso custa 254 soles.

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Começamos a Trilha as 10:30 caminhamos 2 horas até o ponto onde seria servido o almoço. Comida simples e saborosa.

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Nossa equipe tinham mais 2 argentinos (Nicolas e Andres), um gaucho (Rafael) e um carioca (Antônio), após o almoço tivemos 45 minutos para a digestão, cheguei a sonhar dormindo embaixo de uma sombra, reparem na paisagem do almoço.

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Depois seguimos caminhando durante mais 2 horas, no caminho enfrentamos 2 subidas muito fortes, superadas com esforço e pensamento positivo. Avistamos nesse trajeto as primeiras obras Incas da Trilha.

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Chegamos ao acampamento do primeiro dia eram 17 horas um pouco cansados. Tomamos um banho é o único ponto da trilha onde tem banho quente e depois um café. As barracas estavam prontas, descansamos um pouco e as 20 horas jantamos, após fomos dormir as 20:30 o sono chegou.

Acampamento

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A janta

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Segundo nosso guia, amanhã é o pior dia da trilha saímos de 2750 até 4215 metros, em “apenas” 9 km, acordaremos as 5:30.

Destaque do dia a união da equipe.

6 dia – Cusco

Acordamos umas 9 horas depois de uma bela noite de sono.
Fomos fechar os detalhes finais para a Trilha Inca objetivo principal da viagem.
Sairemos amanhã as 6 da manhã. Ficaremos 4 dias incomunicáveis no meio do mato em direção a Machu piccho.

Praça das armas


Hoje fizemos um city tour pela cidade, com destaque para o Carlos Frederico que foi em todas as atrações do passeio, já o Thiago preferiu descansar para a trilha e ficou no hostel.
Fotos de Cusco

Nossa Janta

5º dia – chegada a Cusco

Saímos as 8:30 de La Paz em direção a Cusco, foto de La Paz

Chegamos a Cusco, após mais de 12 horas de viagem de ônibus. A viagem foi cansativa, mas estamos bem. Destaques da viagem a loucura na hora da imigração   da Bolivia para o Peru.

O trânsito em ambos os países é uma loucura. As estradas no Peru são um pouco melhores.

Acabamos de chegar são 21 horas, vamos sair para jantar e conhecer um pouco da cidade.

Quem anda se destacando na comunicação é o Thiago com elogios ao seu espanhol fluente.

Nosso quarto do Hostel em Cusco

4º dia – Descida de bike na estrada da morte

Hoje era o dia de maior adrenalina da viagem. Depois de uma viagem de 10 horas de ônibus chegamos as 6 da manhã em La Paz. A descida de bike começava as 8. Nenhum cansaço existia, todos integrantes queriam enfrentar a temida estrada.

O guia do passeio disse que entre 1993 e 2003 mais de 4 mil pessoas morreram, e ano passado foi o último acidente registrado com bikes.

Não se assustem o desafio foi superado com muita adrenalina, tensão e prudência dos participantes com destaque para Ednílson e Thiago, um puxando a frente e o outro acompanhando e motivando o pessoal mais lento. Abaixos as fotos da aventura.

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Após a descida retornamos a La Paz após 3 horas e meia de viagem em uma van devagar quase parando. Chegamos ao hotel as 21:00 muito cansados, jantamos um belo pedaço de carne no restaurante e caímos mortos na cama.

Amanhã iremos pra Cuzco serão mais 12 horas de viagem onde começaremos a trilha Inca no domingo a próxima aventura da equipe. Só teremos comunicação provavelmente na sexta.